A taxa de desemprego em Salvador chega ao final de 2007 em queda. De janeiro a novembro, foi registrada uma diminuição de 1,7 ponto percentual, passando de 21,4 para 19,7%, segundo pesquisa do Dieese. Além disso, foram gerados 19.530 empregos formais, de acordo com registros do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.
No mês de novembro, o destaque foi o crescimento de empregos nos setores de serviços (7.645), construção civil (5.557) e comércio (4.219). O Sistema Municipal de Intermediação de Mão-de-Obra (SIMM) aumentou em 11% o número de pessoas empregadas, em comparação com o mesmo período do ano passado. Desde sua inauguração, o SIMM já contabilizou 25 mil trabalhadores empregados.
O programa de qualificação profissional e social desenvolvido pela Prefeitura, por intermédio da Sempre e com apoio do Ministério do Trabalho e Emprego, beneficiou cerca de 6.500 trabalhadores de bairros pobres da capital, ilhas e outros locais com número elevado de desempregados. Essas pessoas foram contempladas com os cursos realizados a partir das demandas de mercado identificadas pelo SIMM, o que garante uma empregabilidade de cerca de 70% das pessoas que realizam os cursos.
Carnaval - Em janeiro começarão a ser preenchidas as vagas de emprego oferecidas para o carnaval pelo SIMM. Serão 2.500 para cordeiros e 200 para segurança e vigilante, além de 331 vagas para outras profissões, como recepcionista, motorista, mecânico e engenheiro.
domingo, 30 de dezembro de 2007
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Lupi quer lançar nova carteira de trabalho em 2008
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou hoje a intenção de lançar no dia 1º de maio de 2008 um novo modelo de carteira de trabalho. A carteira viria acompanhada de um cartão magnético com um chip que reuniria todas as informações sobre a vida profissional do trabalhador. O projeto, ainda em estudo, prevê pilotos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e em mais quatro cidades do Sul e do Nordeste - ainda definidas. Após visitar um posto do Sistema Nacional de Emprego (Sine) no Rio de Janeiro, Lupi disse que o novo modelo do documento valerá para novas emissões a partir de maio de 2008. Numa segunda etapa do projeto, prevista para 2009, o cartão começaria a ser emitido também para as pessoas que já têm a carteira tradicional. A idéia não é substituir a carteira tradicional, mas complementá-la com a emissão do cartão magnético que conterá as mesmas informações da carteira no formato impresso e ainda permitirá aos trabalhadores obterem saldos atualizados de PIS, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e das contribuições previdenciárias. O desafio do governo para colocar em prática a idéia é interligar as bases de dados que contém separadamente todas essas informações. Segundo Lupi, o cruzamento dos dados vai ajudar o poder público no aprimoramento do controle de fraudes. Para os trabalhadores, disse Lupi, a vantagem é que os seus dados poderão ser consultados em terminais próprios instalados em locais públicos cujas estruturas ainda precisam ser definidas.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
CPMF representa mais gastos do que arroz, feijão e leite
Os brasileiros gastam R$ 25 bilhões por ano na compra de arroz, feijão e leite juntos, bem menos que a estimativa de arrecadação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para este ano - R$ 40 bilhões, aponta um levantamento realizado pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio), com base nos dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Em termos porcentuais, enquanto o feijão representa 0,5% no total do consumo das famílias, a CPMF participa com 3,3% - em média, todo produto ou serviço comprado tem o valor final elevado em 3,3% por causa da contribuição. Para o assessor econômico da Fecomercio Fábio Pina, o imposto tem um caráter perverso, pois incide até mesmo sobre itens da cesta básica, como arroz e feijão, que, pela legislação vigente, são isentos de tributos ou possuem uma taxação diferenciada."Esses itens essenciais são isentos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), por exemplo, mas não da CPMF", afirmou. Segundo a federação, se fosse um item separado na POF, a CPMF representaria o sétimo maior dispêndio anual das famílias brasileiras, atrás apenas de despesas como aluguel, vestuário, impostos diretos (sobre Propriedade de Veículos Automotores e Predial e Territorial Urbano, por exemplo), alimentação fora do domicílio, manutenção do lar e educação. "Diferentemente do IPVA e do IPTU, que têm uma função direta, ligada a serviços correlatos, como manutenção de asfalto ou iluminação, a CPMF está em todos os produtos, indistintamente", disse Pina.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Compras de Natal: especialistas recomendam fugir do crediário
A correria de milhares de pessoas diariamente nos shoppings de Salvador indica que os baianos já estão empolgados com as compras de fim de ano. Parada mesmo está a Selic, taxa básica de juros estipulada pelo Banco Central. É que o Comitê de Política Monetária (Copom) da instituição decidiu, pelo segundo mês seguido, mantê-la estável em 11,25%. Com isso, os juros cobrados nos financiamentos ainda são considerados altos por especialistas e consumidores. Mesmo assim, lojistas, comerciários e até a indústria apostam nas boas vendas durante o período que antecede o natal e o revéillon na Bahia.
Na hora de sair às compras, é preciso ter bastante cuidado para não se endividar ou obter prejuízos. O alerta é do economista João Carlos Silva, especialista em auditoria econômica e financeira pela UGF-RJ, mestre em Economia pela UFBA e professor da Unifacs. Segundo ele, nas lojas há várias armadilhas que podem enganar o consumidor. Entre elas, o professor destaca os juros embutidos sutilmente nos financiamentos e a Taxa de Abertura de Crédito (TAC), cobrada pela maioria das instituições financeiras.
Para fugir dos perigos, o supervisor de condomínios João Almeida Ferreira, 36 anos, preferiu compra à vista a sua nova máquina de lavar roupas. “No crediário saía por R$ 400, mas eu consegui um bom negócio e comprei no dinheiro por R$ 233”. A economia de João poderia ter sido menor, pois o preço à vista exposto na vitrine era de R$ 280. “Tem que chorar pra ganhar”, comemora.
Quem também pretende ficar longe das compras a prazo são o chefe de restaurante Jorge Morais, 43, e o eletrotécnico Silvio Santos, 36. Eles garantem que vão economizar até 20% neste Natal. Jorge quer um novo guarda-roupa e uma televisão maior. Silvio vai adquirir roupas e calçados para os filhos.
A variação de preços entre as vendas em dinheiro e no crediário às vezes não é percebida pela maioria dos consumidores. Ainda assim, elas podem ser bem grandes. O mesmo modelo de TV de 29 polegadas, por exemplo, pode custar desde R$ 499 até R$ 948 a depender do plano de pagamento e da loja. Em um dos estabelecimentos visitados pela reportagem, o produto era comercializado a R$ 799 com as opções de parcelamento em 10x iguais no cheque ou cartão. “À vista, em dinheiro, ela sai por R$ 589”, garantiu o vendedor. Ou seja, a televisão fica 27% mais barata nessa opção de pagamento. Nas lojas, os juros cobrados do consumidor giram em torno de 1,5% nos parcelamentos em até 12 meses. No caso de prazos mais longos, a taxa chega a 3,5% ao mês (42% ao ano).
Apesar disso, as compras parceladas ainda representam grande parte dos negócios realizados no varejo. O gerente de vendas de uma grande loja de eletroeletrônicos assegura que os consumidores adoram uma prestação. “Normalmente os clientes usam o décimo terceiro na regularização da vida financeira, com o pagamento das dívidas e adquirem novos débitos com os parcelamentos”, avalia.
É para evitar essa armadilha que Veranilce Nunes vai organizar o seu Natal. A promotora de vendas disse que vai comprar as lembrancinhas à vista e somente os presentes mais caros a prazo. “Tudo pra não perder o controle das finanças”, garante.
Ana Mércia Coelho, gerente de uma loja especializada em tênis importados, afirma que sete de cada 10 clientes que fecham negócio no estabelecimento em que trabalha optam por comprar os calçados de forma parcelada. A gerente também explica que o comércio está precavido. “A gente trabalha apenas com cartão de crédito para não haver prejuízo com chequews sem fundos”, diz.
Bom pagador – Embora a preocupação de Ana Mércia seja grande, o baiano é considerado um bom pagador na comparação com consumidores de outros estados. De acordo com levantamento da Serasa, uma das principais empresas brasileiras de proteção ao crédito, a média mensal de cheques devolvidos na Bahia é de 29,5 para cada mil compensados. Já no Maranhão, líder em inadimplência na região Nordeste, a relação de cheques sem fundo é superior a 60 para cada mil compensados.
Segundo os técnicos da Serasa, a inadimplência com cheques vem dimuindo ao longo dos últimos meses, principalmente devido ao aumento da renda média dos trabalhadores, ao crescimento do número de empregos com carteira assinada, à redução das taxas de juros e ao alongamento dos prazos de financiamento. Além disso, a multiplicidade das formas de crédito ajudou a melhorar a educação financeira do consumidor, que hoje utiliza o pré-datado com mais disciplina.
Na hora de sair às compras, é preciso ter bastante cuidado para não se endividar ou obter prejuízos. O alerta é do economista João Carlos Silva, especialista em auditoria econômica e financeira pela UGF-RJ, mestre em Economia pela UFBA e professor da Unifacs. Segundo ele, nas lojas há várias armadilhas que podem enganar o consumidor. Entre elas, o professor destaca os juros embutidos sutilmente nos financiamentos e a Taxa de Abertura de Crédito (TAC), cobrada pela maioria das instituições financeiras.
Para fugir dos perigos, o supervisor de condomínios João Almeida Ferreira, 36 anos, preferiu compra à vista a sua nova máquina de lavar roupas. “No crediário saía por R$ 400, mas eu consegui um bom negócio e comprei no dinheiro por R$ 233”. A economia de João poderia ter sido menor, pois o preço à vista exposto na vitrine era de R$ 280. “Tem que chorar pra ganhar”, comemora.
Quem também pretende ficar longe das compras a prazo são o chefe de restaurante Jorge Morais, 43, e o eletrotécnico Silvio Santos, 36. Eles garantem que vão economizar até 20% neste Natal. Jorge quer um novo guarda-roupa e uma televisão maior. Silvio vai adquirir roupas e calçados para os filhos.
A variação de preços entre as vendas em dinheiro e no crediário às vezes não é percebida pela maioria dos consumidores. Ainda assim, elas podem ser bem grandes. O mesmo modelo de TV de 29 polegadas, por exemplo, pode custar desde R$ 499 até R$ 948 a depender do plano de pagamento e da loja. Em um dos estabelecimentos visitados pela reportagem, o produto era comercializado a R$ 799 com as opções de parcelamento em 10x iguais no cheque ou cartão. “À vista, em dinheiro, ela sai por R$ 589”, garantiu o vendedor. Ou seja, a televisão fica 27% mais barata nessa opção de pagamento. Nas lojas, os juros cobrados do consumidor giram em torno de 1,5% nos parcelamentos em até 12 meses. No caso de prazos mais longos, a taxa chega a 3,5% ao mês (42% ao ano).
Apesar disso, as compras parceladas ainda representam grande parte dos negócios realizados no varejo. O gerente de vendas de uma grande loja de eletroeletrônicos assegura que os consumidores adoram uma prestação. “Normalmente os clientes usam o décimo terceiro na regularização da vida financeira, com o pagamento das dívidas e adquirem novos débitos com os parcelamentos”, avalia.
É para evitar essa armadilha que Veranilce Nunes vai organizar o seu Natal. A promotora de vendas disse que vai comprar as lembrancinhas à vista e somente os presentes mais caros a prazo. “Tudo pra não perder o controle das finanças”, garante.
Ana Mércia Coelho, gerente de uma loja especializada em tênis importados, afirma que sete de cada 10 clientes que fecham negócio no estabelecimento em que trabalha optam por comprar os calçados de forma parcelada. A gerente também explica que o comércio está precavido. “A gente trabalha apenas com cartão de crédito para não haver prejuízo com chequews sem fundos”, diz.
Bom pagador – Embora a preocupação de Ana Mércia seja grande, o baiano é considerado um bom pagador na comparação com consumidores de outros estados. De acordo com levantamento da Serasa, uma das principais empresas brasileiras de proteção ao crédito, a média mensal de cheques devolvidos na Bahia é de 29,5 para cada mil compensados. Já no Maranhão, líder em inadimplência na região Nordeste, a relação de cheques sem fundo é superior a 60 para cada mil compensados.
Segundo os técnicos da Serasa, a inadimplência com cheques vem dimuindo ao longo dos últimos meses, principalmente devido ao aumento da renda média dos trabalhadores, ao crescimento do número de empregos com carteira assinada, à redução das taxas de juros e ao alongamento dos prazos de financiamento. Além disso, a multiplicidade das formas de crédito ajudou a melhorar a educação financeira do consumidor, que hoje utiliza o pré-datado com mais disciplina.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Troca de legenda
Deputada infiel diz ter sido perseguida pelo DEM
A deputada federal Jusmari Oliveira (PR-BA), que corre o risco de perder o mandato por infidelidade partidária, disse ter sido vítima de perseguições, agravos, desconsiderações e graves discriminações pelo então PFL, atual DEM. Os argumentos foram apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral para justificar sua desfiliação do DEM, ocorrida após o dia 27 de março de 2007, data da edição da Resolução 22.610/07, que pune a infidelidade com perda de mandato.
De acordo com a norma, os mandatos obtidos nas eleições proporcionais pertencem aos partidos políticos ou às coligações e não aos candidatos eleitos, a não ser nos casos de desligamento por justa causa.
No caso de Jusmari, o DEM informou que a desfiliação se deu efetivamente em 29 de março de 2007, apesar da comunicação, em 28 de fevereiro, feita ao então presidente do partido, Jorge Bornhausen. De acordo com a Lei 9.096/95 (Lei dos Partidos Políticos), o pedido de desligamento de legenda política deve ser feito por escrito à direção municipal do partido e ao juiz eleitoral da zona em que for inscrito.
Em sua resposta ao pedido de decretação de perda de mandato, a deputada reafirmou que a data em que se desfiliou do DEM é 28 de fevereiro, quando comunicou sua saída ao presidente do Diretório Regional da Bahia e ao juiz eleitoral da 70ª Zona Eleitoral, em Barreiras (BA). Ela apresentou cópia de documento em que a chefe da zona eleitoral certifica que foi protocolado o seu pedido de desfiliação. A deputada disse ter cumprido as determinações do artigo 21, da Lei 9.096/95, que prevê a extinção do vínculo partidário dois dias após a data da entrega do pedido.
Ela apresentou, também em sua defesa, correspondência do então presidente nacional do DEM, acusando o recebimento do comunicado de desfiliação e o pagamento de multa no valor de R$ 51,3 mil de acordo com o estatuto partidário. Segundo Jusmari, a data de 29 de março se refere ao dia em que se filiou ao novo partido (PR), e como é de praxe, fez nova comunicação ao DEM. Disse ter mudado de partido devido a perseguições que sofria no DEM.
A deputada federal Jusmari Oliveira (PR-BA), que corre o risco de perder o mandato por infidelidade partidária, disse ter sido vítima de perseguições, agravos, desconsiderações e graves discriminações pelo então PFL, atual DEM. Os argumentos foram apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral para justificar sua desfiliação do DEM, ocorrida após o dia 27 de março de 2007, data da edição da Resolução 22.610/07, que pune a infidelidade com perda de mandato.
De acordo com a norma, os mandatos obtidos nas eleições proporcionais pertencem aos partidos políticos ou às coligações e não aos candidatos eleitos, a não ser nos casos de desligamento por justa causa.
No caso de Jusmari, o DEM informou que a desfiliação se deu efetivamente em 29 de março de 2007, apesar da comunicação, em 28 de fevereiro, feita ao então presidente do partido, Jorge Bornhausen. De acordo com a Lei 9.096/95 (Lei dos Partidos Políticos), o pedido de desligamento de legenda política deve ser feito por escrito à direção municipal do partido e ao juiz eleitoral da zona em que for inscrito.
Em sua resposta ao pedido de decretação de perda de mandato, a deputada reafirmou que a data em que se desfiliou do DEM é 28 de fevereiro, quando comunicou sua saída ao presidente do Diretório Regional da Bahia e ao juiz eleitoral da 70ª Zona Eleitoral, em Barreiras (BA). Ela apresentou cópia de documento em que a chefe da zona eleitoral certifica que foi protocolado o seu pedido de desfiliação. A deputada disse ter cumprido as determinações do artigo 21, da Lei 9.096/95, que prevê a extinção do vínculo partidário dois dias após a data da entrega do pedido.
Ela apresentou, também em sua defesa, correspondência do então presidente nacional do DEM, acusando o recebimento do comunicado de desfiliação e o pagamento de multa no valor de R$ 51,3 mil de acordo com o estatuto partidário. Segundo Jusmari, a data de 29 de março se refere ao dia em que se filiou ao novo partido (PR), e como é de praxe, fez nova comunicação ao DEM. Disse ter mudado de partido devido a perseguições que sofria no DEM.
Renan foi absolvido com 48 votos contra cassação
O presidente licenciado da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), foi absolvido da acusação de quebra de decoro parlamentar por 48 votos contra cassação, 29 a favor e 3 abstenções. Renan precisava de 41 votos de um total de 81 para escapar da punição. Ele foi acusado de comprar duas emissoras de rádio e um jornal, em Alagoas, em nome de laranjas, em parceria com o usineiro João Lyra. Logo após a votação, a sessão do Senado foi encerrada e o senador recebeu os cumprimentos dos colegas. Caso fosse cassado, Renan perderia seus direitos políticos e ficaria inelegível por oito anos. Como o senador renunciou à presidência da Casa durante seu discurso de defesa no plenário, o presidente interino, senador Tião Viana (PT-AC), deve convocar novas eleições em cinco dias úteis. A sessão foi aberta, ao contrário do que ocorreu em setembro no julgamento da primeira representação contra Renan, mas a Constituição manda que os votos dos senadores fossem mantidos secretos. O presidente licenciado do Senado já havia escapado de outras duas representações. Na primeira, ele foi absolvido da acusação de ter despesas pessoais pagas por um lobista. A segunda, a de que ele teria intercedido no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e na Receita Federal a favor da cervejaria Schincariol, foi arquivada no Conselho de Ética da Casa.
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